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Categoria - Palavra do Presidente

ROUBO A BANCO

José Dacauaziliquá e Bruno Tavares

Os bancos voltaram a ser alvo dos ladrões em São Paulo. Só nos últimos 30 dias, foram registradas pelo menos 15 assaltos na Capital e Grande São Paulo, com saldo de uma pessoa morta e quatro feridas - entre clientes, funcionários, vigias e policiais.

 

Estatísticas policiais relativas ao primeiro semestre deste ano mostram ainda que, na comparação com o mesmo período do ano passado, houve um aumento de quase 39,7% do número de assaltos a agências bancárias no Estado.


Como esses últimos casos ainda não foram incorporados à contabilidade anual da Secretaria da Segurança Pública (SSP), tudo indica que, já neste terceiro trimestre, o número de ocorrências vai superar as 133 registradas em todo ano passado. Nos seis primeiros meses deste ano, o número oficial é de 109 assaltos a bancos.

 

Para o delegado-assistente Dimas Pinheiro, da Delegacia de Roubo a Bancos do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic), esse 'surto' recente é resultado apenas de uma migração natural dos bandidos, notada todas as vezes em que a polícia se dedica ao combate de determinados crimes. Os novos criminosos têm em média 20 anos e são ex-internos da Fundação Estadual para o Bem-Estar do Menor (Febem).

 

De acordo com o delegado, somente nos últimos 45 dias, 25 pessoas foram presas ligados a 19 casos de agências roubadas na Capital. Policiais reclamaram que muitas vezes os bancários e vigilantes têm medo de fazer o reconhecimento do assaltante. Isso reflete no trabalho da polícia.

 

Outras fontes policiais, no entanto, não descartam a possibilidade de a retomada dos assaltos a banco estar relacionada à descapitalização do Primeiro Comando da Capital (PCC), após as últimas três ondas de ataques às forças de segurança do Estado. 'Apesar de não termos capxado nenhuma ordem explícita da liderança da facção, as quadrilhas podem estar se dedicando a ações menos arriscadas - como os seqüestros relâmpagos - e mais rentáveis - como o roubo a banco', avalia esse policial.

 

Porto Alegre e Botucatu

No início deste mês, duas grandes ações contra agências bancárias, articuladas por integrantes do PCC em Porto Alegre (RS)e Botucatu (Interior), foram frustradas pela polícia. 'É preciso analisar uma série de fatores para se entender os motivos desse crescimento. O PCC é apenas um deles', diz o delegado Marcelo Sabadin, da Delegacia de Crimes contra o Patrimônio da Polícia Federal.

 

A violência empregada nos recentes assaltos também tem chamado a atenção dos investigadores.

 

No fim do mês passado, a subgerente Bárbara Cristina Fidelis Rosado, de 31 anos, foi morta durante tentativa de assalto a uma agência do Sudameris na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em Pinheiros, Zona Oeste. Houve tiroteio entre o vigia e os bandidos. A funcionária levou um tiro no rosto e morreu na mesa de cirurgia do Hospital das Clínicas. Um dos três bandidos foi preso. Ela era casada e deixou uma filha. 'A maioria dos ladrões presos até agora é inexperiente, por isso comete essas barbaridades', afirmou Pinheiro.

 

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